Faceirice

Faceirice faz parte da natureza da mulher. Ser faceira é querer estar bonita.
Ser bonita não é necessariamente estar na última moda, ser super sexy, ser candidata a miss ou super sofisticada.. A beleza pode estar em algum detalhe, num certo modo de sorrir, num olhar, num jeito de falar. Ser bonita é estar bem consigo mesma, é se cuidar, cuidar da pele, do corpo, dos cabelos... Ser bonita é se gostar.
Ser bonita é simplesmente ser.

Não pretendo falar sobre moda, pois disto eu não entendo, apenas mostrar, do meu jeito, essa faceirice, que sempre existiu desde o princípio dos tempos, em todos os lugares e entre todos os povos, independente de sexo, raça e classe social..

CRIADO EM 21 DE ABRIL DE 2009

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Inspirações Vintage





Porque essas roupas antiguinhas nos fascinam tanto?!

Todos esses vestidos lindos e românticos estão aqui no Blog "Maison Douce", vale a pena dar um pulinho pra ver as outras coisas.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

Outono



O outono é a estação que traz a brisa, mais amena para nos refrescar do calor intenso que fez no verão.
O outono vem carregado de cores: alaranjadas, amarelas que lembram as folhas que caem das árvores se lançando ao vento e também seus frutos, maduros para nos deleitar com seus gostos e aromas.
Amarelas e laranjas para nos aquecer e sugere roupas mais comportadas, menos decotadas, como para uma adaptação para o inverno que virá depois.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Pra não dizer que não falei






De CARNAVAL

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Bolsas em flor




Para ver mais de Nadine Joory entre no seu blog onde, além dos seus, ela mostra também trabalhos de outras pessoas e muitas outras novidades.
Vale a pena dar uma conferida.
Entre por AQUI.
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Ser Chique

"Simplicidade é a chave da verdadeira elegância."
Coco Chanel

Na verdade precisa-se de muito pouco para se sentir bem no dia a dia, para produzir uma agradável sensação de liberdade.

Roupa deve ser usada para vestir, dar prazer e mostrar a personalidade de cada um, e não para mostrar o tamanho do salário.


Há uma confusão entre necessidade, desejo e desperdício. Muitos ainda confundem desperdício e excesso com riqueza.
Não é nada disso!

O “CHIQUE” É SIMPLES!



Não vale a pena gastar energia com o que não tem valor, melhor guardar energia para coisas mais importantes como a evolução pessoal, a busca do conhecimento, o bom relacionamento com as pessoas e o amor ao próximo.

Toda mulher pode melhorar sua aparência ou aprimorar sua força de atração, mas nunca perder a individualidade.

A elegância é sempre simples. Quem complica as coisas dá a impressão de carregar a roupa como um fardo.
Quem se enfeita demais, acaba parecendo uma árvore de natal.

Chique/simples é a mulher que tem que estar bem-vestida, mas o faz com despojamento.

A mulher chique aproveita bem as roupas que já tem. Escolhe as que mais gosta e pensa em como combiná-las, se necessário, compra uma ou duas peças para criar mais opções.

Prefere roupas mais clássicas (dentro de seu estilo, é claro) e de tecidos bons, com caimento, menos vulneráveis à flutuação da moda.

A mulher chique compra com critério. A compra por impulso satisfaz só na hora, depois vira drama.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Calcinhas




Calcinhas, calcinhas de rendinhas, calcinhas bordadinhas, calcinhas de florzinhas, calcinhas de bolinhas...
Calcinhas, calcinhas vermelhinhas, calcinhas amarelinhas, calcinhas azulzinhas...

Nas vitrines, nos cabides, nas caixinhas, nos saquinhos, nas gavetas... cheirosinhas, quem resiste à uma calcinha bonita?
Objeto de desejo de toda mulher e fetiche dos homens...

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Ah! Mas sabia que antes de 1800 nenhuma mulher respeitável usava calcinhas? Pois é, as mulheres não usavam nadinha, nadinha por baixo das saias....
Naqueles tempos elas usavam uma camisola reta de linho em contato com a pele seguido do corpete, uma ou duas anáguas e vestidos com saias longas e fartas. Era a vestimenta básica, considerada saudável para as mulheres... nada de calcinha.


Com a Revolução Popular em 1790, na França, a moda ficou mais simples.
As mulheres passaram a usar elegantes vestidos de cintura alta, os chamados “estilo império”, inspirados nas vestimentas gregas antigas.
Vaporosos e transparentes, tremendamente sensuais, eram feitos da mais fina musseline. Mas que deixavam as “partes baixas” arejadas demais e, então por volta de 1800 surgiu a necessidade de se usar calcinhas.


O primeiro modelito foi o “calção”, que chegava até abaixo do joelho ou até os tornozelos, feitos de tecido “cor de carne” como as meias finas da época. Mas só as mulheres mais importantes ou as mais ousadas (de vanguarda) que as usavam.
A partir daí, então passou por muitas versões, modelos e tecidos diversos, até chegar aos modelos atuais.


É também interessante saber a quantidade de nomes que esta peça acumulou ao longo da história: calça, calção, calçola, tanga, bunda-rica, combinação, trajes menores, roupa de baixo, roupa íntima, lingerie, cordão cheiroso, pecinha, coador de café, biquíni, fio dental... e muito mais.

Toda esta história das calcinhas está no livro “por baixo dos panos” de Rosemary Hawthorne, considerada a maior autoridade britânica em história de roupa íntima, escrito com muito humor e bastante ilustrado.

Para saber mais sobre a autora entre no seu site, neste endereço:
http://www.vicarageproductions.co.uk/

O livro, aqui no Brasil foi editado pela MATRIX EDITORA, com tradução de Daniela P. B. Dias.


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