Faceirice

Faceirice faz parte da natureza da mulher. Ser faceira é querer estar bonita.
Ser bonita não é necessariamente estar na última moda, ser super sexy, ser candidata a miss ou super sofisticada.. A beleza pode estar em algum detalhe, num certo modo de sorrir, num olhar, num jeito de falar. Ser bonita é estar bem consigo mesma, é se cuidar, cuidar da pele, do corpo, dos cabelos... Ser bonita é se gostar.
Ser bonita é simplesmente ser.

Não pretendo falar sobre moda, pois disto eu não entendo, apenas mostrar, do meu jeito, essa faceirice, que sempre existiu desde o princípio dos tempos, em todos os lugares e entre todos os povos, independente de sexo, raça e classe social..

CRIADO EM 21 DE ABRIL DE 2009

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sábado, 12 de março de 2011

Sugestão para o outono



Moda dos anos 1920
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Made in China

Não resisti aos encantos desta Gordinha Faceira e levei-a para casa, ela traja vestido em lurex azul escuro com babado de voal preto, na barra.

Boca pintada de vermelho carmim, sombra rosada nas pálpebras e brincos de argolas azuis.

Bolsa em ráfia com duas pérolas brancas no fecho. Aplicação de coração e detalhes em dourado.

Colar de muitas voltas com pérolas cor de rosa e miçangas pretas e pulseira azul.

Meias arrastão e sapatos altos com flores cor de rosa.

Pequeno chapéu azul com fita cor de rosa.

Por enquanto ela está junto com os gatos da casa,

depois encontro um cantinho charmoso pra ela.

CLIQUE DUAS VEZES NAS FOTOS PARA VER MAIOR.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Renda porque te quero renda...


Scarlett Johansson em seu lindo vestido de renda... combinação perfeita.

Renda:
O tecido perfeito para o clássico, o provocante e o sofisticado.
O glamour da renda valoriza roupas de noite.

Não se sabe quem valorizou quem... a renda ou a diva.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

É tempo de praia


que tal usar bolinhas na praia?


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Corpetes ou espartilhos?


No início do século 20 a moda era ainda a dos espartilhos ou corpetes, que quanto mais apertados mais elegantes seriam.

Eles eram reforçados com osso de baleia e exageravam as curvas naturais do corpo feminino. Cintura fina era um ideal, e os corpetes acabaram simbolizando a sujeição voluntária da mulher à dor para ficar na moda.

A figura da mulher ficava destorcida, o busto era forçado para frente e as cadeiras, para trás; o corpo formava um “s”.
A pressão nos pulmões chegava a provocar desmaios.
Já nessa época os médicos se preocupavam e começavam a discutir os males causados aos órgãos internos pela utilização desta peça tão apertada que restringiam os movimentos naturais das mulheres.
Era a moda lutando contra a natureza.


Mas felizmente surgiram estilistas que mudaram esta situação: começando com Paul Poiret que libertou a mulher dos espartilhos, seguido por Chanel que libertou definitivamente as mulheres dessa opressão.

Em minha juventude as mulheres não pareciam humanas. Suas roupas eram contra o natural. Eu devolvi a elas sua liberdade, lhes dei braços e pernas de verdade, movimentos que eram autênticos e davam a possibilidade de rir e comer sem ter necessariamente que desmaiar.
(Chanel)

Mas, como a moda sempre se repete, podemos ver nos dias de hoje o retorno dessas peças, mas não tão apertadas como no passado.
A maioria das mulheres usam os corpetes como fetiche.


Mas há quem leve essa moda muito a sério e se submeta a essa velha tortura para ficar com a cintura finíssima.


E você, usaria?

domingo, 30 de janeiro de 2011

A mais bonita



Não conte pra ninguém

Eu sou a velha
mais bonita de Goiás.
Namoro a lua.
Namoro as estrelas.
Me dou bem
com o rio Vermelho.
Tenho segredo
com os morros
que não é de adivinhá.

Cora Coralina - Meu Livro de Cordel


Meu primeiro chapéu... a pequena tragédia

Eu acaipirada, incapaz de escolha, fascinada envolvida e explorada.. percebido o meu acanhamento, meu todo tolhida, maravilhada me vendo em vasto espelho e luzes fortes e a madame multiplicando chapéus, dezenas aceitando exploradora, cada qual acentuando a interiorana, e ela dominadora, envolvente me sugestionando, dominando soberana na arte de vender suas mercadorias e me plantou na cabeça enorme chapéu de abas, super carregado de fitas e plumas, um passarinho empalhado verdinho de papo vermelho. Achei lindo na verdade eu estava caipira contrafeita, mas minha vaidade cresceu e eu aquiesci. Ma achei linda e faceira, [ ... ] e muito moderna. Aí foi tudo por água abaixo, meu marido veio a bom senso e protestou. Ele tratava um francês com a Madama e passou a se expressar em brasileiro.
A Madama caiu em si e trouxe afinal o que me servia: um chapéu pequeno, modesto ajustado a minha figura de interior.
Aí me vi de novo no grande espelho alcancei minha dimensão menor e concordei com a compra modesta.


Cora Coralina

De quando ela esteve no Rio de Janeiro, aos 23 anos, em 1912.

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