Faceirice

Faceirice faz parte da natureza da mulher. Ser faceira é querer estar bonita.
Ser bonita não é necessariamente estar na última moda, ser super sexy, ser candidata a miss ou super sofisticada.. A beleza pode estar em algum detalhe, num certo modo de sorrir, num olhar, num jeito de falar. Ser bonita é estar bem consigo mesma, é se cuidar, cuidar da pele, do corpo, dos cabelos... Ser bonita é se gostar.
Ser bonita é simplesmente ser.

Não pretendo falar sobre moda, pois disto eu não entendo, apenas mostrar, do meu jeito, essa faceirice, que sempre existiu desde o princípio dos tempos, em todos os lugares e entre todos os povos, independente de sexo, raça e classe social..

CRIADO EM 21 DE ABRIL DE 2009

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Boás

Comprou um vestido de gaze branca, abotoado de cima a baixo, com botões de strass. “Quero uma nota insólita, diferente”, pensou. “Uma flor imensa, descomunal, na cintura.” Não, não era bem isso. Queria algo que flutuasse, que lhe caísse pelas costas e que pudesse portar com uma elegância de rainha. “Um xale, um xale com franjas prateadas.” “Não, algo mais leve, etéreo, efêmero, borbulhante como uma taça de champanhe”. “Um boá, um boá colorido!... Um boá amarelo, pousado nos ombros como um pássaro!” Era perfeito.

(A festa dos 50 anos - do livro Cheiros e Ruídos de Rachel Jardim)


Uma mulher quando quer ficar bonita, ela inventa, lança moda e se enfeita. Os acessórios são seus maiores aliados. Eles acrescentam um toque, que pode transformar um visual simples em elegante e vistoso.
Uma simples tirinha envolvendo o pescoço já transforma todo o visual...
Estolas, boás, marabus, echarpe são um recurso estético para realçar o rosto e dar um ar elegante.

Estola – elemento de vestuário de formato retangular, feito em pele ou tecido, usado para abrigar as costas e os ombros femininos desde o final do século XVIII.
Boá – nome dado a um agasalho comprido, usado pelas mulheres em volta do pescoço, para proteger do frio. O boá foi usado especialmente no século XIX, tanto no verão, feito de plumas, como no inverno, feito de peles. É uma estola de forma cilíndrica fofa, feita de pluma ou pele.
Marabu – é um boá feito com as penas de marabu, uma ave africana. Costuma se acrescentar fios prateados.


Echarpe – faixa de tecido, normalmente macio, que envolve o pescoço ou o colo, para adorno e proteção. No verão usam-se leves echarpes de seda, crepe ou voile, de tamanhos variados, em diferentes estampas ou lisas, conferindo leveza ao conjunto.


As estolas e os boás são sempre elegantes. Os marabus são basicamente usados para fantasias ou usados em detalhes como, barras, bolsos, etc.
Echarpes podem ser mais finas ou esportivas, combina com qualquer traje ou ocasião, o tecido é que vai determinar o seu status, podemos encontrar as mais diversas variações, para todos os gostos, lisos, florais, xadrez, animais, estampados, listrados, geométricos...

Estes acessórios vem, através dos tempos, nos servindo, nos enfeitando e nos agasalhando...
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sábado, 17 de dezembro de 2011

Pequenos Detalhes






Fotos da blogosfera...
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sexta-feira, 15 de abril de 2011

sábado, 8 de janeiro de 2011

A Rainha e seus Chapéus



Nada como ser rainha, para usar e abusar das cores e dos chapéus sem perder o charme, jamais! Vejam que a cor do chapéu sempre acompanha a da roupa.



O que diz Constanza Pascolato sobre o uso de chapéu para quem não é da realeza:

Estão em franco desuso no dia a dia, a não ser em dois extremos da vida social: no ultra-informal, como na praia ou piscina, ou no habillé, como nos casamentos e outros eventos de mais pompa e circunstância. Mas atenção, como se dizia antigamente, vêm-se tornando cada vez mais pesados e grotescos. Um arranjo ou penteado clássico hoje substitui o chapéu com mais elegância. Também acho muito esquisito usar aqueles chapelões, de abas enormes, nos casamentos à noite. Primeiro porque fica difícil distribuir beijinhos com todas as abas se entrechocando. E depois porque abas foram feitas para proteger da luz – longe do sol, prefiro, mais uma vez, os arranjos ou os chapéus sem abas.
Para o dia, acho lindas as palhas finas. Cuidado para que o encaixe (a base do chapéu) seja do tamanho exato de sua cabeça – muito maior ou menor fica horrível. Também precisa ser proporcional à sua altura – mulheres muito altas de chapéus minúsculos ou baixinhas com grandes chapéus – podem ficar um desastre.


Texto do seu livro "O Essencial"


Dizem que a principal regra na hora de usar chapéu é optar por roupas discretas e evitar brincos grandes e colares, pois o acessório já chama atenção suficiente.

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sapatinho de Natal



Para deixar na janela esperando o bom velhinho! Ho,ho,ho...
FELIZ NATAL!

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Complemento



Complementando a postagem anterior.

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sábado, 7 de agosto de 2010

O guarda-chuva-sombrinha


Foto: Diário Popular (SP) - 30/04/1889 do Livro de Propagandas Antigas


Nossas avós consideravam a sombrinha um elemento de coqueteria. Além disso, ninguém queria macular com o sol uma pele radiosamente branca. Hoje preferimos o bronzeamento no verão – mas bem que podemos usar a graça de um guarda-chuva que é enfeitado, estampado e alegre como uma sombrinha. Sobretudo porque as chuvas de verão são chuvas alegres...

Clarice Lispector (do livro: Só para Mulheres - Ed. Rocco)




As duas últimas fotos acima: Internet


Foto: Minha
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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Versatilidade, estilo e economia


Esta echarpe da foto, na verdade é um acessório chamado cachecol de verão, uma peça leve feita com tiras de malha torcidas.
Achei lindo, e o tom de azul ficou muito bonito na blusa preta.
E também posso usar como cinto. Uma peça bastante versátil


Comprei no "O Atelier Carioca de Lena Santos", onde tem outras peças muito bonitas e versáteis conforme vocês podem ver nestas fotos:


(cinto que vira colar que vira cinto)





Se quiser conferir e ver outras peças é só entrar AQUI.

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domingo, 2 de maio de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

Bolsas em flor




Para ver mais de Nadine Joory entre no seu blog onde, além dos seus, ela mostra também trabalhos de outras pessoas e muitas outras novidades.
Vale a pena dar uma conferida.
Entre por AQUI.
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domingo, 1 de novembro de 2009

Delicadezas







Delicadezas que ganhei da Jacque.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Delicadezas



Os acessórios dão um toque especial na vestimenta, são eles que finalizam e, quando bem escolhidos, dão requinte e beleza.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sapatos


Sapato é fetiche e as mulheres são loucas por sapatos.
Os sapatos são o espelho da alma de uma mulher e pelos sapatos se conhece a “Cinderela”


Eles são a base da elegância e dizem muito sobre a pessoa, e podemos, através deles, fazer uma rápida análise de sua personalidade.
Não tem nada a ver com o preço, mas sim com o estilo e o estado de conservação, sujo ou limpo, alto ou baixo, fechado ou aberto.
Pode até parecer brincadeira, mas a coisa é séria.



São eles que definem se você é uma pessoa informal, sensual, esportiva, sofisticada, desleixada, prática... se gosta de conforto ou, suporta tudo para não perder a pose.
Experimente observar primeiro os sapatos e depois a roupa da pessoa, os cabelos, o modo de se comportar. È um passatempo muito divertido e esclarecedor.
Isso também é válido para os homens.
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domingo, 28 de junho de 2009

Vejo flores em você




"...essa rosa no cabelo e esse olhar de moça prosa..."

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

A história dos Leques



A origem dos leques é muito antiga e dá a volta ao mundo. Alguns foram encontrados nas tumbas dos faraós, outros em vestígios astecas, ou ainda na China e Japão. Os leques mais antigos, chamados de “flabellum”, eram feitos de folhas de lótus, penas de pavão, pintadas com cores vibrantes. Não podiam ser fechados e eram movidos por escravos.

Leque Francês


Foram os portugueses que trouxeram do Japão, na época dos descobrimentos, o leque tal qual o conhecemos hoje em dia: dobrável. Os navegadores lusitanos ficaram tão maravilhados com o novo modelo que importaram para Lisboa caixas e mais caixas de leques. A moda foi se espalhando pela Península Ibérica, mas conheceu o seu apogeu na Itália.
Com a ida de Catarina de Médicis para a Corte francesa, a moda do leque invadiu o resto da Europa.

Leque Espanhol


A moda dos leques foi evoluindo, ora com detalhes em ouro, madrepérola,, com reprodução de obras arte famosas, cenas da mitologia, letras de músicas e até mesmo propaganda política. O auge do uso dos leques com esses fins ocorreu durante a Revolução Francesa, quando textos revolucionários eram impressos nos mais finos leques que percorriam os salões elegantes.

Leque Francês


Nessa época, as mulheres, sempre tão controladas e reprimidas, logo inventaram uma linguagem dos leques para poderem se comunicar com seus pretendentes e amantes.

Linguagem dos leques

Eu te amo - Esconder os olhos com o leque aberto.
Aproxime-se - Andar com o leque, conduzindo-o aberto na mão esquerda.
Quando nos veremos? - Leque aberto no colo.
Não me esqueça - Tocar o cabelo com o leque fechado.
Siga-me - Segurar o leque aberto sobre a bochecha direita
Vamos marcar um encontro –Sobre a bochecha esquerda
Me deixe tranqüila – Leque fechado sobre orelha esquerda
Estamos sendo vigiados – Virar o leque fechado várias vezes na mão esquerda
Sou casada –.Se abanar lentamente
Sou noiva – Se abanar rapidamente
Me espere no local combinado – Manter o leque aberto e imóvel em frente do rosto
Sim - Apoiar o leque no lado direito do rosto.
Não - Apoiar o leque no lado esquerdo do rosto
Adeus - Abrir e fechar o leque.


Flirt do Leque (1908) - Henri Gilard Glindoni (1852 – 1913)
“Estas jovens estão a receber uma lição sobre o uso do leque com o objetivo de flirt. Algumas das alunas olham para o professor com ar apreciativo, mas as mães têm mais experiência.”


Com a emancipação da mulher, que começou a dirigir automóveis, fumar cigarro, trabalhar nas fábricas e escritórios, o leque passou a ser considerado totalmente fútil e seu lado útil foi esquecido. E também com a invenção do ar condicionado, não dá mais pra usar leques.

Mas como moda sempre volta, é bom aprender a lição direitinho...

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Que belos chapéus!






Início do século XX.

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sábado, 6 de junho de 2009

A beleza das pérolas

Jóias feitas com pérolas enfeitam e iluminam a pele de quem as usam. São tradicionais e conseguem vencer o tempo e estar sempre na moda.

(Foto de Winfried Heinze)

(Fotos antigas)




Montagem de recortes de revistas)



A Pérola verdadeira é um corpo duro, brilhante, nacarado e redondo que se forma no interior de algumas ostras. É um grão de areia que penetra no interior da ostra, que começa a incomodar; então a ostra começa a fabricar uma substância chamada nácar que vai cobrindo o grão de areia para obter alívio deste incômodo, formando uma gema porosa composta de selênio, vanádio, cálcio e magnésio.
O pó de pérolas, de tradição milenar, é muito usado pelas mulheres orientais em forma de cremes, máscaras de limpeza, conferindo-lhes uma pele lisa e aveludada.

Verdadeiras ou não, elas dão sempre um toque delicado. Pode ser um brinco, uma pulseira, um colar, um broche, o que a imaginação permitir.

(Bijus da Jacque - http://arcoirisencantado.blogspot.com/)

As pérolas não devem ser guardadas em caixas forradas de veludo, pois ficam abafadas.
O melhor é embrulhá-las em papel de seda e guardá-las em caixas ou estojos sem forro.


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