Faceirice

Faceirice faz parte da natureza da mulher. Ser faceira é querer estar bonita.
Ser bonita não é necessariamente estar na última moda, ser super sexy, ser candidata a miss ou super sofisticada.. A beleza pode estar em algum detalhe, num certo modo de sorrir, num olhar, num jeito de falar. Ser bonita é estar bem consigo mesma, é se cuidar, cuidar da pele, do corpo, dos cabelos... Ser bonita é se gostar.
Ser bonita é simplesmente ser.

Não pretendo falar sobre moda, pois disto eu não entendo, apenas mostrar, do meu jeito, essa faceirice, que sempre existiu desde o princípio dos tempos, em todos os lugares e entre todos os povos, independente de sexo, raça e classe social..

CRIADO EM 21 DE ABRIL DE 2009

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sábado, 19 de novembro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

Combinação


À esquerda: “Lírio do vale” chama-se esta combinação em crepe de seda pura, com a aplicação das delicadas flores e com o peitilho de renda de Alençon finamente bordado.

Em baixo: Formam um raro enfeite as flores-de-lis aplicadas no peitilho deste outro modelo com preguinhas à altura da cintura.

De seda pura e clássica beleza no feitio, sendo, desta vez as elegantes folhas o delicado adorno.



Em cima: Delicioso em seu aspecto juvenil, esta outra é em crepe de “rayon”, com bordados de lindas pequenas rosas e original motivo de enfeite.

À esquerda: A pala de renda de Val dá discrição a esta combinação de seda pura, sem mangas; acrescentam um toque de fino gosto as flores bordadas.


DEFINIÇÃO:
Combinação: peça íntima, feita com tecidos leves e maleáveis, como um vestido de alça. O primeiro tipo de combinação apareceu na moda na década de trinta do século XX e tornou-se popular na década de cinqüenta


Estas das fotos são de 1952 - Dê dois cliques para ver melhor os detalhes. Vale a pena!
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A hora do short


Às 18 horas os ponteiros cortam pela metade o mostrador, dividindo exatamente o dia de veraneio entre as horas passadas na praia e as que vão ser dedicadas à pista de baile.


E o sol, que queimou sabiamente as moças deitadas na areia, descamba agora no horizonte, realçando com o seu reflexo indireto o bronzeado das delicadas epidermes e a "maquillage" impecável.


É a hora do "short", que sucede ao maiô e precede o vestido de noite.
Garotas e senhoras saem à rua para o prazer de olhar e serem olhadas;


vão tomar o costumeiro "drink" que às vezes não passa de simples refresco. Desfilam em carros abertos, andam pelas calçadas em sombra.


REVISTA TRICÔ E CROCHÊ - MAGAZINE FEMININO DE TRABALHOS MANUAIS - ANOS 1950
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Vestidos de Noivas







Todos da década de 1950
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Nos tempos da brilhantina







1947 -1950
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

1947


quando a moda era exclusivamente ditada por Paris



... no tempo das anáguas

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sábado, 28 de maio de 2011

Anos 60

Garotas na praia de Ipanema.

Garotas passeando em Copacabana.

Anos 1960 nas praias do Rio de Janeiro.

Foto recebida por e-mail.
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sábado, 12 de março de 2011

Sugestão para o outono



Moda dos anos 1920
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

É tempo de praia


que tal usar bolinhas na praia?


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Corpetes ou espartilhos?


No início do século 20 a moda era ainda a dos espartilhos ou corpetes, que quanto mais apertados mais elegantes seriam.

Eles eram reforçados com osso de baleia e exageravam as curvas naturais do corpo feminino. Cintura fina era um ideal, e os corpetes acabaram simbolizando a sujeição voluntária da mulher à dor para ficar na moda.

A figura da mulher ficava destorcida, o busto era forçado para frente e as cadeiras, para trás; o corpo formava um “s”.
A pressão nos pulmões chegava a provocar desmaios.
Já nessa época os médicos se preocupavam e começavam a discutir os males causados aos órgãos internos pela utilização desta peça tão apertada que restringiam os movimentos naturais das mulheres.
Era a moda lutando contra a natureza.


Mas felizmente surgiram estilistas que mudaram esta situação: começando com Paul Poiret que libertou a mulher dos espartilhos, seguido por Chanel que libertou definitivamente as mulheres dessa opressão.

Em minha juventude as mulheres não pareciam humanas. Suas roupas eram contra o natural. Eu devolvi a elas sua liberdade, lhes dei braços e pernas de verdade, movimentos que eram autênticos e davam a possibilidade de rir e comer sem ter necessariamente que desmaiar.
(Chanel)

Mas, como a moda sempre se repete, podemos ver nos dias de hoje o retorno dessas peças, mas não tão apertadas como no passado.
A maioria das mulheres usam os corpetes como fetiche.


Mas há quem leve essa moda muito a sério e se submeta a essa velha tortura para ficar com a cintura finíssima.


E você, usaria?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vestidos de noiva



Vai casar e quer uma sugestão de vestidos?
Vale a pena visitar este espaço AQUI

Clique duas vezes na imagem para ver ampliada.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Com jeito de ar adocicado


Pelos arredores de 1940, os rigores da guerra talvez tenham “pedido” que o rosto feminino fosse menos “planejado”, e a mulher tivesse uma aparência mais suave.
O que os americanos chamam de “girl next door” (a moça que mora ao lado) tornara-se o ideal. Queria-se que a moça fosse muito atraente, mas, ao mesmo tempo, representando uma imagem familiar, o que repousava.

Então Betty Grable era a “pin up” de sucesso, e seu retrato fazia bater de saudades o coração dos soldados.



E as outras moças, é claro, aproximavam-se do tipo Betty Grable. Cabelos longos, por exemplo, apenas encimados por um discrteo “pompadour”, eram a marca essencial da beleza. Copiava-se também o maquilagem moderno da Grable, o contorno de seus lábios.

E todas tinham o ar adocicado – que hoje consideraríamos ligeiramente enjoativo.


Texto de Clarice Lispector (Correio Feminino)
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Cantoras do Rádio

Linda Batista, Rainha do Rádio, em 1937.

Nas décadas de 30 e 40, as cantoras eram as estrelas e as rádios promoviam os concursos, como a “Rainha do Rádio”. A competição foi lançada em 1937 num baile de carnaval no Rio de Janeiro, quando a vencedora foi Linda Batista, que manteve o título por 11 anos.

Em 1949, Marlene ganhou, com mais de 500 mil votos.

Em 1951, foi a vez de Dalva de Oliveira.

E em 1953, Emilinha Borba vence, com 1 milhão de votos.

Nos anos seguintes, o Rádio lançou cantoras que ganharam o coração dos brasileiros por muitos anos.

Ângela Maria e Dóris Monteiro (ambas rainhas do rádio), Isaura Garcia, Ademilde Fonseca e Elizeth Cardoso.

Alguns cantores também alcançaram o estrelato, através do Rádio, como Cauby Peixoto, Sílvio Caldas, Nélson Gonçalves, entre outros.

Para ver mais fotos e também saber de mais cantores e cantoras clique AQUI.

Este texto eu copiei de uma revistinha de Palavras Cruzadas (Coquetel) e ADOREI!
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domingo, 30 de maio de 2010

A moda do tricô


Aproveitando que o friozinho que já está a caminho, que tal começar a preparar uma peça de tricô?


Gorros, meias, golas, pelerines, xales, cachecóis, casacos e muito mais... há sempre uma peça que a gente pode usar, adaptando conforme a região de mais ou menos frio.

O tricô é uma arte antiga e tem uma longa história, sendo que as mais antigas peças conhecidas, descobertas em partes do Oriente Médio, datam do século VII.
Dos caminhos de mesa às delicadas meias elizabetanas e aos xales maravilhosamente trabalhados ainda hoje nas Ilhas Shetland, a arte do tricô espalhou-se pelo resto do mundo.

Na Inglaterra as meias entraram na moda depois que a Rainha Elizabeth I aceitou um par delas como presente de ano novo, em 1560.
Como conseguiram ver as meias da rainha por baixo de tanta roupa, eu não sei! ... mas é o que conta a história.

Uma lei de 1565 determinava que todas as pessoas, a partir dos sete anos de idade, nos domingos e dias santos, tinham de usar na cabeça um gorro de lã tricotado, feltrado e decorado na Inglaterra, sob pena de multa.
Nos anos de 1589 e 1600, Willian Lee inventou uma máquina de tricô rudimentar que a princípio não foi aceita pelo fato de ameaçar a sobrevivência dos artesãos tricotadores da época. O tricô manual continuou a florescer como indústria doméstica por mais duzentos anos.

O desenvolvimento do tricô comercial foi lento, mas como podemos constatar a indústria de tricô à máquina ganhou o mercado, até mesmo pela praticidade.

Mas essa forma de artesanato nunca perdeu seus adeptos e muitas pessoas continuam a exercer essa arte manualmente.

Mas foi no final dos anos 60 que o tricô se popularizou definitiva e firmemente no mercado da moda, ocorrendo nos anos 70 um retorno ao tricô artesanal, que permanece até hoje.

Aqui você pode encontrar modelos variados e com as receitas.

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Fotos da Internet